Mega Manifestação em Vinhedo 13/03/2016

Mega manifestação Impechment JÁ! Ou você vai, ou a Dilma fica!

No próximo dia 13 (Domingo) às 15:00 em frente a JF no Portal!

Participe da maior manifestação desde a abertura do processo para pressionar os políticos a votarem o  Impeachment !

 

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☆☆☆Movimento Brasil Livre Vinhedo☆☆☆

 

mbl vinhedoo

O Movimento Renova Vinhedo tem a grata satisfação de anunciar nossa integração com o Movimento Brasil Livre!

A partir de agora, mudaremos nossa interface da pagina e assim participar dessa grande mudança em nosso pais chamada MBL!

Para aqueles que ainda não sabem, o Renova foi o movimento que deu base para a criação do MBL, seus principais líderes e fundadores, foram no passado os criadores do Renova.

Hoje o MBL possui células em todo o país e no exterior, tornando-se a principal voz do povo frente ao autoritarismo estatal e lutando ativamente contra aqueles que tem arruinado o futuro de nossa nação! Portanto, agora terá uma voz ainda maior, e atuará incansavelmente por uma Vinhedo ainda melhor.

Junte-sem a nós! E façam parte desse movimento que vem mudando a política no Brasil!

☆☆☆ Por que votar?☆☆☆

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por Rubens Nunes Filho

O sentimento de indignação e descontentamento com a atual situação do Brasil é unânime. Em toda conversa, desde um papo de buteco até as mais elaboradas palestras existe um consenso: mudança.

A necessidade de mudança está tão em voga que todas as coligações partidárias a adotaram como slogan. Todos reivindicam ser os legatários das manifestações de 2013, como se não houvesse governo e fôssemos todos oposição. O absurdo é tão grande que o próprio PT, que se mantém no Poder há 12 anos, ostenta tal chavão para o país “continuar mudando”, fato que no mínimo soa incoerente.

Hoje, o Brasil encontra-se jogado às traças. São escândalos de corrupção, políticos presos, economia em crise. Um cenário que a primeira vista pareceria no mínimo adverso a qualquer possibilidade de reeleição do grupo político que está no Poder. Todavia, para a infeliz surpresa de todo cidadão de bem, esta também não é a realidade. A candidata do PT, Dilma Roussef, encabeça todas as pesquisas e é franca favorita a reeleição.

Ora, mas em meados de 2013 milhões de brasileiros, movidos pelo sentimento de revolta, tomaram as ruas, protestaram, demonstraram sua insatisfação com a forma como o Brasil é conduzido, por qual motivo o partido com o maior número de políticos condenados e presos pode ser reeleito? A resposta é simples e triste: As pessoas deixam de votar.

As razões para a abstenção da escolha dos Governantes são as mais variadas, iniciando pelo descontentamento genérico com toda classe política, passando pelo argumento de que ninguém é digno para “nos” governar e chegando ao cúmulo de justificar que um único voto não é capaz de mudar algo – ou ainda que existe um compromisso, churrasco ou passeio que o impossibilitará de exercer o mais democrático dos Direitos, o voto!

Em 2010, ano em que a Presidente Dilma (PT) foi eleita, 18,12% dos eleitores se abstiveram de votar, seja não comparecendo, seja votando em branco ou nulo. Isso totaliza incríveis 24,6 milhões de votos, ou seja, um número capaz de mudar totalmente o cenário eleitoral. Neste ano a expectativa é que este número aumente ainda mais. Para ilustrar, apenas no 1º Turno 19,40% dos eleitores (27.085.324 pessoas) se abstiveram de manifestar seu voto.

Por mais que inexista uma opção 100% adequada, que expresse seus reais ideais e interesses, urge a necessidade do voto, mesmo que pela simples alternância no poder. Se o sentimento é de insatisfação, a saída clara e objetiva é a substituição e uma máxima é verdadeira: Uma roseira não nasce dando flores. A semente da mudança necessita ser plantada, adubada, para que em um futuro próximo possamos ter um governo digno de nosso povo.

Apenas o Voto é capaz de mudar, apenas votando teremos um país adequado. Neste domingo, 26 de outubro, não deixe de votar, não anule, não vote em branco. Dia 26 de outubro o exercício da democracia deve ser pleno e total. VOTE!

☆☆☆ Altruísmo ☆☆☆

Ton Martins é advogado, filósofo e fundador do Movimento Renova Jundiaí

Ton Martins é advogado, filósofo e fundador do Movimento Renova Jundiaí

por Ton Martins

Altruísmo?

Esta ave não está extinta.

Infelizmente, não se trata:

  1. Daqueles que divulgam quão generosos eles podem ser quando a questão é distribuir o dinheiro dos outros;
  2. Daquele presidente que anuncia “a copa das copas” como trunfo eleitoreiro e desperdício do precioso recurso do contribuinte, em detrimento de óbvias prioridades;
  3. Da igualdade nos direitos e desigualdade nos esforços, na criatividade e na resiliência, em abandono aos atributos meritórios;
  4. Daqueles que se julgam generosos, mas delegam a responsabilidade, o custo ou o ônus desta generosidade ao Estado-babá, ao contribuinte ou à terceiro;
  5. De políticas distributivistas que conjugam verbos em terceira pessoa: o Estado dará; alguém fará, etc.

Todavia, felizmente trata-se:

  1. Daqueles que destinam livremente seus próprios recursos a serviço de alguém ou algo além de seu umbigo;
  2. Daquele político – ave rara – que coloca suas habilidades e capacitações para muito além do nepotismo, do egoísmo, do tráfico de influências, do “mensalismo” despótico – crime conhecido como “mensalão” – do “petrolão”, do escândalo eleitoreiro dos correios e outros expedientes deprimentes;
  3. Daqueles que se esforçam mais e assumem os ônus e os bônus de suas ações;

Felizmente, ocorre naqueles que defendem uma política meritória, mas compartilha seu tempo ou recurso, sem exigir despoticamente que outrem, via tributação imposta e exorbitante, que siga seu exemplo de altruísmo.

☆☆☆ A PRIMEIRA AVENTURA ELEITORAL DO MOVIMENTO RENOVA ☆☆☆

Mitando no Consulado da Venezuela

Mitando no Consulado da Venezuela

por Renan Starkey

Olá macacada! Estamos oficialmente no jogo. Com apenas 6 meses de existência e defendendo idéias um tanto quanto “exóticas” para o ecossistema político nacional, o Movimento Renovação Liberal alcançou – através de seu candidato Paulo “The Mito” Batista –  cerca de 17 mil votos para deputado estadual, além de repercussão midiática nacional e internacional. Um feito invejável, em especial diante de todas as dificuldades enfrentadas por Paulo e sua equipe ao longo do trajeto. Sua campanha – valendo-se de um misto de humor com ativismo político pungente e agressivo – foi demasiadamente pioneira, como devem ser todas as boas premiéres.

  A primeira vista, tal candidatura não logrou êxito em bater as velhas fórmulas hegemônicas vigentes, mas não é este o recado que fica. Tal qual o carrossel holandês de 74, o Apple I e o Renault RS01 (primeiro carro turbinado da Fórmula 1), apontamos para um novo caminha que deverá, nos próximos anos, virar de ponta cabeça a práxis político-eleitoral brasileira. Vamos analisar nossa primeira aventura tópico a tópico.

Política sem idéias: até quando?

A política brasileira – excluindo-se obviamente nossos amiguinhos da esquerda – padece de uma assustadora tendência a estabelecer consensos covardes e posições genéricas. Nossas lideranças, herdeiras das mais arcaicas tradições patrimonialistas, trabalham com uma versão maximizada da lógica do malandro, evitando entrar em divididas e “desposicionando-se” antes mesmo de um eventual embate de idéias. A enorme maioria dos deputados estaduais eleitos no último final de semana não possui propostas consistentes, tampouco bandeiras claras para seus eleitores. Valeram-se de um apelo genérico por “mais saúde/segurança/educação” – quando não recorriam para o coração do eleitorado através de abraços em canídeos.  E em répteis e papagaios, se necessário.

Podemos ilustrar, na direção contrária, a expressiva votação de Carlos Gianazzi do PSOL e do Coronel Telhada, do PSDB, que ergueram barricadas em prol de suas pautas relativas à educação e segurança pública, respectivamente. Ainda assim, vale lembrar que ambos o fizeram tendo como retaguarda uma base eleitoral advinda de sindicatos e categorias de trabalhadores, como professores e policiais. É natural, portanto, que defendam um misto de idéias e interesses determinados, ocupando  espaços ideológicos específicos dentro do universo de candidatos.

Política séria, pelos critérios da Folha de SP.

Política séria, pelos critérios da Folha de SP.

A realidade demonstra, no entanto, que a grande maioria dos eleitos se valeu da chamada máquina – um misto de dinheiro, alianças regionais, dobradas com deputados federais e compra de cabos eleitorais. É um modelo caro, pesado, corrupto e ineficiente, mas definitivamente adaptado à realidade de um país politicamente desinteressado onde o voto é obrigatório e as eleições não são distritais. Fica clara a existência de uma “barreira de entrada” para ingressantes no jogo político brasileiro. Sem o suporte de grupos específicos da sociedade civil ou a bênção (acompanhada de um caminhãozinho de dinheiro) de lideranças políticas jurássicas, é praticamente impossível fazer política baseada em idéias em nosso país.

Rompendo a barreira: defender idéias e criar grupo

A defesa de um conjunto de idéias pressupõe a oposição direta a conceitos e lideranças antagônicas – tendo como conseqüência natural o debate e a formação de grupo de apoiadores. Esse vem sendo o trabalho municipal por essência dos Movimentos Renova, tendo como modelo as já conhecidas batalhas locais da filial de Vinhedo. Não haveria de ser diferente com nosso primeiro candidato em âmbito estadual, e desta forma procedemos em sua campanha.

Paulo Batista não contava com recursos abundantes. Tampouco com um partido que simpatizava por seu ideário. O PRP é uma legenda de aluguel das mais vagabundas, e fora escolhido por Paulo simplesmente por não opinar no planejamento  político de sua candidatura.Enquanto idealista e membro fundador do Renova Valinhos, nosso mito buscava replicar estadualmente uma fórmula que – em decorrência da óbvia questão territorial – funciona muito bem enquanto guerrilha política municipal.

A Estética da Zoeira

Diante das “barreiras de entrada” e da opção fundamental por uma campanha pautada em idéias, restou para nós do Renova o desafio de construir uma candidatura competitiva e polêmica , contrariando o receituário bundamolista que já abordamos anteriormente. O uso da internet enquanto ferramenta era um pressuposto – mas a linguagem a ser adotada provocou debates intensos dentro de nosso grupo. Eu já havia abordado anteriormente, em minha palestra no I Curso de Formação Política do Renova Vinhedo, em Agosto, a existência de uma “estética da zoeira” que permeava as ações de uma nova geração de liberais brasileiros. Tal estética, advinda de fóruns e “chans” de internet, mescla uma postura anárquica e iconoclasta com montagens toscas e grosseiras e profundas referências a cultura pop. É, enquanto linguagem, uma reação direta à baboseira lobotomizada do universo do politicamente correto. A crença na zoeira é a crença na célebre frase de Marshall McLuhan de que “O meio é a mensagem“. Zoamos não apenas porquê a zoeira é cancerígina, mas também porquê nossa mensagem é anárquica, corrosiva e revolucionária. No país do paternalismo cordial, qualquer ativismo libertário é altamente subversivo. Zombar do sistema é sorrir para implodi-lo.

O mais surpreendente, porém, era que o próprio Paulo – um homem sério e de certa forma recatado – acreditava mais que qualquer um no chamado “poder da zoeira”. Sua postura de debatedor incisivo, refutando a comunada que insistentemente tentava combatê-lo em sua página, era naturalmente acompanhada de um bom humor, leve e jovial. Era o próprio candidato que incentivava sua equipe a abraçar a zoeira, dizendo a todos “Nosso dinheiro tem limites. Nossa paciência tem limites. A única coisa que comprovadamente não tem limites é a zoeira!“. A adoção de tal linguagem ocorreu de forma natural, e todos encaramos sem sobressaltos a escalada de popularidade nas redes sociais, jornais, revistas e canais de televisão, sejam eles o SBT, a Record ou a toda poderosa CNN americana.

Na gringa!

Na gringa!

O teor das matérias pouco nos importava. A comparação com “tiriricas” da vida era feita mediante a mais pura ignorância ou a mais legítima má-fé. Valer-se de humor era até aceitável – o crime era defender idéias liberais. Ainda assim, mesmo colunistas liberais e conservadores na grande mídia torciam o nariz, afetados pela fórmula. Não havíamos pedido a benção com o rigor devido aos donos do movimento liberal no país. Em suma, cagamos e andamos para todos eles A canditura do Paulo tornou-se maior que nosso grupo ou mesmo que o candidato. Paulo era agora representante de um espectro de pensamento político adormecido em nosso país, o candidato a deputado estadual que mais citações tinha na internet  (ranking do site beonpop). Num momento em que cada vez mais se fala em “guerra cultural” por parte da esquerda, era de se admirar que através de seu raio, Paulo tivesse resignificado as famigeradas privatizações. Destruindo um trabalho de 20 anos dos estatólatras, pessoas faziam memes privatizando estradas, servidores públicos, políticos desastrados e amigos de escola. Através do raio privatizador, um objeto ou sujeito era convertido de sua versão precária para a versão evoluída. Um feito que faria Mises sorrir.

O poder da máquina e a continuidade do projeto

O resultado final, para muitos de nós, pareceu frustrante se comparado com a repercussão midiática e com a qualidade da campanha efetuada. Paulo foi o candidato mais ativo, propositivo, provocador, ousado, corajoso, criativo e inteligente. Foi aquele que mais se comunicou com seu eleitorado, que mais buscou o embate com seus opositores, e que menos se escondeu por detrás de chavões e apelos populistas. Nos choca comparar sua campanha a de um Cauê Macris, um jovem que nasceu velho, cuja campanha notabilizou-se por uma nulidade propositiva absolutamente obscena. Chegamos a contatar, por curiosidade, seu gabinete, que nos informou que o candidato iria apresentar as propostas em momento oportuno. A duas semanas do pleito.

Ainda assim, a velha máquina venceu. Santinhos foram pisoteados, placas foram alocadas, prefeitos foram comprados, crianças (e cachorros) foram beijados. Ao vencedor as batatas – e o medíocre destino que nos caberá na Alesp. A vasta maioria do eleitorado já não se lembra, após uma semana, em quem votou para deputado estadual, e os eleitos trabalharão no confortável anonimato das salas frias da Assembléia. Paulo, porém, continua em campanha. Sua página não para de crescer. Sua equipe não para de trabalhar. Seus 17 mil votos são 17 mil ativistas. Que já aumentaram ao longo da última semana.

Fala-se muito em “nova política”, mas pratica-se pouco a verdadeira política. O embate de idéias, incisivo e corajoso, e a tomada de posições firmes e claras são pressupostos para uma democracia saudável. O Movimento Renovação Liberal, o  Líber, e a liderança política Paulo Mito Batista sabem muito bem disso. Magoaremos e continuaremos magoando socialistas, independente dos pleitos eleitorais. Pois ao contrário dos representates eleitos, estaremos na boca do povo, ocupando o espaço que os defensores da liberdade jamais deveriam ter perdido.

Raio Privatizador!

Agradecimentos:

De coração, a todos que acreditaram e contribuíram com o projeto, Erick Skrabe (e suas engenhocas), Líber, MRSP, Panelinha da Direita, Liberball, Fábio Ostermann, Rede Libertária, Ilisp, Danilo Gentili, Roberto Chioca, Ton Martins, os corajosos candidatos liberais (em especial o Marcel Van Hattem), Liberzone, Liberalismo da Zoeira, Rafael Rizzo, Rafael Serra, Rodrigo Gorky, Tiago Ramos, Ursinhos Bolivarianos, Henriques Jair, Juliana Magalhães, Camilo Caetano, Luis Fernando Cirilo, Bene Barbosa, Movimento Viva Brasil, Caio Mesquita, Alexandre Gonçalves, Thiago Rosselini, Paulo Kogos, André Rufino, Luciano Ayan, Ron Paul, Hélio Beltrão e muitos outros que merecem ser citados mas meus dedos já cansaram de teclar. 

☆☆☆ A morte de Eduardo Campos e o cenário eleitoral ☆☆☆

O falecimento de uma liderança política de peso, como Eduardo Campos, deve inspirar reflexões das mais diversas acerca do cenário político vindouro. Uma eleição que já pintava como aberta torna-se absolutamente imprevisível, arrancando os cabelos de analistas políticos e investidores de risco.

Nossa equipe sempre deu como certa a vitória de Aécio Neves neste pleito, baseada nos cenário que se configurava. Agora, porém, tudo muda de figura. Não podemos crer totalmente no lançamento da candidatura de Marina Silva por parte do PSB, ainda que seja a hipótese mais provável. Na última pesquisa em que fora elencada a beata do mato tinha cerca de 27% das intenções de voto – e não duvido ver algo similar na pesquisa recém encomendada pela DataFolha.

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A questão é que Marina, com o legado da trágica morte de Campos e com a absolutamente lamentável campanha de Aécio Neves, passa a ser concorrente mais forte do ponte de vista meramente eleitoral (não sabemos sua capacidade de articulação política, bem como quem viria a financiar sua campanha) para 2014. Tem potencial para deixar o PSDB para trás ainda no primeiro turno e bater o PT no segundo – contando, para isso, com o apoio do tucano.

Faria um governo confuso, mesclando Gianetti da Fonseca com Guaranis Kaiowás e controle da inflação com passe livre. Sonhos serão narrados, jovens serão iludidos e a vaca seguirá – firme e altiva – rumo ao brejo que lhe aguarda. Em suma, Marina valer-se-ia de sua imagem messiânica para tentar mais uma perigosa aventura estatólatra tupiniquim.

☆☆☆ Aumento da tarifa do ônibus em Vinhedo – causas e soluções ☆☆☆

Chegamos naquele momento crucial onde a empresa monopolista do transporte público na cidade obtém seu reajuste de preços – um garantido contratualmente. Na prefeitura, um silêncio sepulcral marcará o acontecimento. Na câmara, prevemos debates inconclusivos entre os vereadores, que ora defendem a completa estatização do sistema, ora criticam a ineficiência da empresa monopolista. No meio da bagunça, fica o cidadão de Vinhedo, que paga mais caro e que assiste seus representantes do legislativo e executivo perderem-se em delongas pouco práticas e desnecessárias.

Vamos, passo a passo, listar os tópicos dos problemas e tratá-los um a um.

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1) Modelo Atual – o que quer a prefeitura?

Em geral, as empresas de ônibus operam sob regime de monopólio, e não haveria de ser diferente em Vinhedo. Campeã invicta das licitações municipais, a Rápido Luxo oferta um serviço genérico, atendendo o município em suas linhas fundamentais. São muitas as reclamações sobre a ausência de linhas alternativas, bairro a bairro, e ônibus enormes e queimando diesel em trajetos sem demanda. As pegadas da ineficiência do monopólio privado estão todas lá.

Conforme artigo do liberzone, “Um monopólio sempre irá ofertar uma quantidade inferior a que a sociedade necessita. Logo, se fosse necessário ter 30 ônibus circulando para atender toda a demanda de uma região, não seria nenhum absurdo se a empresa monopolista disponibilizasse apenas 20. Isso porque, como a empresa possui uma posição privilegiada no mercado, a mesma cobra um preço maior que o seu custo (marginal). Com isso, se a empresa monopolista colocar mais um ônibus circulando, seu custo de operação pode ficar maior que o preço da passagem, obrigando a mesma a sair do mercado.

Ao mesmo tempo, a proximidade entre o empresário e o agente público podem permitir toda sorte de relações políticas e econômicas que não levem em consideração o pleno atendimento da demanda da população. A prefeitura, como se espera, não pretende  mexer neste vespeiro. Para ela,  um aumento  de tarifa sem traumas somado a algum tipo de compensação da empresa monopolista é o melhor dos cenários. Eleitoralmente falando, talvez o seja. Mas em termos práticos, não é.

Se uma cidade rica e relativamente estável como Vinhedo não consegue ver solução para tal problema, é porque a fórmula, em si, é não funciona.

2) O que quer a esquerda?

Desde as famosas ” Revoltas de Junho”, no ano passado, a temática da “catraca-livre” entrou em pauta no debate político nacional. Estudantes encapuzados e intelectuais de esquerda converteram-se em especialistas em transporte público, com soluções pretensamente simples e brilhantes para um problema complexo. Dizem eles que a oferta de transporte público deve ser estatal e “gratuita”, perdidos que estão na crença de que, contrariando o ditado, realmente exista almoço grátis. Desta forma, o poder municipal poderia, do alto de sua grande capacidade organizacional, suprir toda demanda local, organizar novas linhas, investir em novos equipamentos e conduzir a cidade ao paraíso socialista da mobilidade urbana.

De forma resumida, vamos citar um artigo do Liberzone que resume bem esse tipo de conversa:

Quando escutar isso, comece a rir. No fundo, quem paga a passagem inteira é o usuário e não precisa ser um grande iniciado em economia para compreender isso. Uma cidade arrecada dinheiro através de impostos que são pagos pelos cidadãos. Uma parte desse dinheiro é usada para pagar uma parcela da sua passagem, ou lhe dar uma passagem “de graça” quando for pegar o segundo ônibus. É como popularizou Milton Friedman: “não há almoço grátis”.

Isso nos leva a outra questão, que é a da impossibilidade do “passe-livre”. Seus defensores afirmam que o transporte público deve ser gratuito, o que é impossível. Ainda assim, vamos tentar entender como essa ideia funcionaria na prática.

Imagine que o governo decreta que todas as empresas de ônibus não cobrarão mais nenhuma tarifa. Imediatamente, devido ao preço igual a zero, mais pessoas irão utilizar o transporte público. Entretanto, não haveria uma quantidade suficiente de ônibus para atender essa demanda crescente, o que obrigaria as empresas a comprarem mais carros (coisa que não pode ser feita em pouco tempo).

Os gastos da prefeitura aumentariam de forma assombrosa, uma vez que “não existe almoço grátis” e alguém tem que pagar a conta. Dessa forma, para cobrir esses gastos com o passe-livre, o governo teria que aumentar ainda mais os impostos. No final, a ilusão do passe-livre só deixaria o cidadão mais pobre e ainda mais apertado dentro dos ônibus.

Defensores de absurdos como este se encaixam perfeitamente no que Frédéric Bastiat uma vez disse: “Governo é aquela ficção, em que todos acreditam que podem viver às custas dos outros”. ” (1)

Cremos que a inviabilidade de tal modelo não demanda maiores considerações.

3) O que quer a população?

O povo, em geral, está pouco se lixando para os diferentes tipos de modelo de gestão do transporte público. Seja ele monopolista, estatal ou desregulamentado, o que interessa, ao fim, é preço, oferta e qualidade. Ponto final. Todo resto não passa de abobrinha ideológica.

Ao mesmo tempo, o povo também sabe o básico das leis de mercado e. dentre as principais delas, aquela que determina que a livre concorrência leva a redução de preços, a procura por novas oportunidades e a competição por novos clientes. Povo não é otário, tampouco uma entidade metafísica evocada por políticos profissionais em busca de um sentido retórico para seus discursos. Povo sabe muito bem o que quer.

Meses atrás, o Movimento Renova Vinhedo realizou uma pesquisa que demonstrou que cerca de 65,4% dos usuários tem alto interesse em um modelo de livre mercado, efetivado na competição entre diversos entes prestadores de serviços. Isto reforça não apenas o deslocamento entre a oferta e a demanda do serviço público oferecido, mas, acima de tudo, uma completa desconexão entre o modus operandi clássico do sistema público de transportes municipais e aquilo que a população realmente necessita que sejam preços competitivos e fornecedores abundantes e de qualidade. (2)

4) O que quer o Renova Vinhedo?

Já abordamos o tema anteriormente. Para nós, a única maneira de se eliminar os gargalos do sistema atual, oferecer linhas mais curtas e baratas e atender melhor a população passa pela desregulamentação do sistema atual e pela chegada de novos concorrentes, com veículos e linhas distintos, atendendo a demanda local de forma multipolarizada.

O Movimento Renova Vinhedo defende:

1 – Fim do monopólio: Com a ausência de licitações, toda empresa desejosa em prestar um serviço de transporte poderá planejar e decidir as suas rotas. A livre entrada no mercado de transportes aumentará a concorrência no setor, trazendo mais opções para os passageiros.

2 – Desregulamentação: É preciso que o governo não interfira no setor de transportes. Significa que cada empresa pode fixar o valor que desejar em suas tarifas. A liberdade na prestação do serviço trará novos modelos de veículos. Haverá maior variedade de preços e serviços.

3 – Carona: Há pouco tempo uma política propôs a “carona solidária”, porém não há maior incentivo para a carona do que a liberdade de qualquer um que possuir um veículo poder cobrar para transportar pessoas a determinados destinos. É a consequência da desregulamentação do setor de transportes. Existem aplicativos de celular que vêm obtendo estrondoso sucesso internacional ao mapear e ofertar caronas ao longo das cidades.

Enfim, desta maneira gostaríamos de contribuir com o debate vindouro e com os amigos da política institucional – sejam eles defensores do monopólio privado ou do monopólio estatal. Mas que fique o recado : Apenas com o livre mercado os usuários poderão desfrutar de um transporte de qualidade.

 

Fontes;

1 – http://liberzone.com.br/transporte-publico-gratuito-e-de-qualidade-sera-mesmo-possivel/

2 – https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/06/%E2%98%86%E2%98%86%E2%98%86-resultados-da-pesquisa-%E2%98%86%E2%98%86%E2%98%86/

☆☆☆ COPA DAS COPAS – 2º LUGAR ☆☆☆

 

argentina

Se dentro dos campos a Argentina foi vice-campeã, fora deles vai cada vez mais rumo à quarta divisão mundial. O socialismo “bolivariano” (tão desejado pelo partido atualmente no poder no Brasil) tem levado o outrora país mais desenvolvido da América do Sul à uma rápida piora em seus indicadores sociais e econômicos. A educação argentina já é pior do que a brasileira (o que não é uma missão fácil), já é mais fácil abrir empresas no Brasil do que na Argentina (outro item nada fácil de superar o Brasil e sua ampla burocracia), a inflação argentina já é a sexta mais alta do mundo (perdendo apenas para países como Sudão, Irã e Síria constantemente em guerra – e a companheira bolivariana Venezuela) e sua taxa de juros também consegue a façanha de superar a brasileira. Tudo isso, claro, regado com muita corrupção e desemprego.
A regra é clara: o Brasil tem que chutar o socialismo “bolivariano” para fora do país esse ano.

Comparações anteriores:

Brasil X Holanda: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/07/13/copa-das-copas-3o-lugar/

Brasil X Chile: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/27/copa-das-copas-oitavas-de-final/

Brasil x Camarões:https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/24/copa-das-copas-5/ ‎

Brasil x Costa Rica: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/

Brasil x Estados Unidos: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/

Brasil x México: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/

Brasil x Croácia: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

☆☆☆ COPA DAS COPAS – 3º LUGAR ☆☆☆

holanda

 

Se nos gramados a Holanda sobrou, fora deles os Países Baixos (nome oficial do país) dão um verdadeiro show. 15° país com maior liberdade econômica do mundo, a Holanda tem nada mais nada menos do que educação, expectativa de vida, índice de desenvolvimento humano, liberdade de imprensa, percepção da corrupção e índice de assassinatos entre as melhores do mundo. Tudo isso em um país que respeita a liberdade individual das pessoas a ponto de ter tornado legal a prostituição e o uso controlado das drogas (o que, aliás, tem levado a uma redução anual na taxa de assassinatos).


A regra é clara: enquanto nosso estado continuar se metendo em tudo e limitando cada vez mais a liberdade das pessoas, continuaremos ficando com o bagaço da laranja.

Comparações anteriores:

Brasil X Chile: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/27/copa-das-copas-oitavas-de-final/

Brasil x Camarões:https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/24/copa-das-copas-5/ ‎

Brasil x Costa Rica: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/

Brasil x Estados Unidos: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/

Brasil x México: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/

Brasil x Croácia: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/