Vinhedo

Fatos e acontecimentos pertinentes a nossa querida Vinhedo

☆☆☆Movimento Brasil Livre Vinhedo☆☆☆

 

mbl vinhedoo

O Movimento Renova Vinhedo tem a grata satisfação de anunciar nossa integração com o Movimento Brasil Livre!

A partir de agora, mudaremos nossa interface da pagina e assim participar dessa grande mudança em nosso pais chamada MBL!

Para aqueles que ainda não sabem, o Renova foi o movimento que deu base para a criação do MBL, seus principais líderes e fundadores, foram no passado os criadores do Renova.

Hoje o MBL possui células em todo o país e no exterior, tornando-se a principal voz do povo frente ao autoritarismo estatal e lutando ativamente contra aqueles que tem arruinado o futuro de nossa nação! Portanto, agora terá uma voz ainda maior, e atuará incansavelmente por uma Vinhedo ainda melhor.

Junte-sem a nós! E façam parte desse movimento que vem mudando a política no Brasil!

☆☆☆ Aumento da tarifa do ônibus em Vinhedo – causas e soluções ☆☆☆

Chegamos naquele momento crucial onde a empresa monopolista do transporte público na cidade obtém seu reajuste de preços – um garantido contratualmente. Na prefeitura, um silêncio sepulcral marcará o acontecimento. Na câmara, prevemos debates inconclusivos entre os vereadores, que ora defendem a completa estatização do sistema, ora criticam a ineficiência da empresa monopolista. No meio da bagunça, fica o cidadão de Vinhedo, que paga mais caro e que assiste seus representantes do legislativo e executivo perderem-se em delongas pouco práticas e desnecessárias.

Vamos, passo a passo, listar os tópicos dos problemas e tratá-los um a um.

onibus zoo

 

1) Modelo Atual – o que quer a prefeitura?

Em geral, as empresas de ônibus operam sob regime de monopólio, e não haveria de ser diferente em Vinhedo. Campeã invicta das licitações municipais, a Rápido Luxo oferta um serviço genérico, atendendo o município em suas linhas fundamentais. São muitas as reclamações sobre a ausência de linhas alternativas, bairro a bairro, e ônibus enormes e queimando diesel em trajetos sem demanda. As pegadas da ineficiência do monopólio privado estão todas lá.

Conforme artigo do liberzone, “Um monopólio sempre irá ofertar uma quantidade inferior a que a sociedade necessita. Logo, se fosse necessário ter 30 ônibus circulando para atender toda a demanda de uma região, não seria nenhum absurdo se a empresa monopolista disponibilizasse apenas 20. Isso porque, como a empresa possui uma posição privilegiada no mercado, a mesma cobra um preço maior que o seu custo (marginal). Com isso, se a empresa monopolista colocar mais um ônibus circulando, seu custo de operação pode ficar maior que o preço da passagem, obrigando a mesma a sair do mercado.

Ao mesmo tempo, a proximidade entre o empresário e o agente público podem permitir toda sorte de relações políticas e econômicas que não levem em consideração o pleno atendimento da demanda da população. A prefeitura, como se espera, não pretende  mexer neste vespeiro. Para ela,  um aumento  de tarifa sem traumas somado a algum tipo de compensação da empresa monopolista é o melhor dos cenários. Eleitoralmente falando, talvez o seja. Mas em termos práticos, não é.

Se uma cidade rica e relativamente estável como Vinhedo não consegue ver solução para tal problema, é porque a fórmula, em si, é não funciona.

2) O que quer a esquerda?

Desde as famosas ” Revoltas de Junho”, no ano passado, a temática da “catraca-livre” entrou em pauta no debate político nacional. Estudantes encapuzados e intelectuais de esquerda converteram-se em especialistas em transporte público, com soluções pretensamente simples e brilhantes para um problema complexo. Dizem eles que a oferta de transporte público deve ser estatal e “gratuita”, perdidos que estão na crença de que, contrariando o ditado, realmente exista almoço grátis. Desta forma, o poder municipal poderia, do alto de sua grande capacidade organizacional, suprir toda demanda local, organizar novas linhas, investir em novos equipamentos e conduzir a cidade ao paraíso socialista da mobilidade urbana.

De forma resumida, vamos citar um artigo do Liberzone que resume bem esse tipo de conversa:

Quando escutar isso, comece a rir. No fundo, quem paga a passagem inteira é o usuário e não precisa ser um grande iniciado em economia para compreender isso. Uma cidade arrecada dinheiro através de impostos que são pagos pelos cidadãos. Uma parte desse dinheiro é usada para pagar uma parcela da sua passagem, ou lhe dar uma passagem “de graça” quando for pegar o segundo ônibus. É como popularizou Milton Friedman: “não há almoço grátis”.

Isso nos leva a outra questão, que é a da impossibilidade do “passe-livre”. Seus defensores afirmam que o transporte público deve ser gratuito, o que é impossível. Ainda assim, vamos tentar entender como essa ideia funcionaria na prática.

Imagine que o governo decreta que todas as empresas de ônibus não cobrarão mais nenhuma tarifa. Imediatamente, devido ao preço igual a zero, mais pessoas irão utilizar o transporte público. Entretanto, não haveria uma quantidade suficiente de ônibus para atender essa demanda crescente, o que obrigaria as empresas a comprarem mais carros (coisa que não pode ser feita em pouco tempo).

Os gastos da prefeitura aumentariam de forma assombrosa, uma vez que “não existe almoço grátis” e alguém tem que pagar a conta. Dessa forma, para cobrir esses gastos com o passe-livre, o governo teria que aumentar ainda mais os impostos. No final, a ilusão do passe-livre só deixaria o cidadão mais pobre e ainda mais apertado dentro dos ônibus.

Defensores de absurdos como este se encaixam perfeitamente no que Frédéric Bastiat uma vez disse: “Governo é aquela ficção, em que todos acreditam que podem viver às custas dos outros”. ” (1)

Cremos que a inviabilidade de tal modelo não demanda maiores considerações.

3) O que quer a população?

O povo, em geral, está pouco se lixando para os diferentes tipos de modelo de gestão do transporte público. Seja ele monopolista, estatal ou desregulamentado, o que interessa, ao fim, é preço, oferta e qualidade. Ponto final. Todo resto não passa de abobrinha ideológica.

Ao mesmo tempo, o povo também sabe o básico das leis de mercado e. dentre as principais delas, aquela que determina que a livre concorrência leva a redução de preços, a procura por novas oportunidades e a competição por novos clientes. Povo não é otário, tampouco uma entidade metafísica evocada por políticos profissionais em busca de um sentido retórico para seus discursos. Povo sabe muito bem o que quer.

Meses atrás, o Movimento Renova Vinhedo realizou uma pesquisa que demonstrou que cerca de 65,4% dos usuários tem alto interesse em um modelo de livre mercado, efetivado na competição entre diversos entes prestadores de serviços. Isto reforça não apenas o deslocamento entre a oferta e a demanda do serviço público oferecido, mas, acima de tudo, uma completa desconexão entre o modus operandi clássico do sistema público de transportes municipais e aquilo que a população realmente necessita que sejam preços competitivos e fornecedores abundantes e de qualidade. (2)

4) O que quer o Renova Vinhedo?

Já abordamos o tema anteriormente. Para nós, a única maneira de se eliminar os gargalos do sistema atual, oferecer linhas mais curtas e baratas e atender melhor a população passa pela desregulamentação do sistema atual e pela chegada de novos concorrentes, com veículos e linhas distintos, atendendo a demanda local de forma multipolarizada.

O Movimento Renova Vinhedo defende:

1 – Fim do monopólio: Com a ausência de licitações, toda empresa desejosa em prestar um serviço de transporte poderá planejar e decidir as suas rotas. A livre entrada no mercado de transportes aumentará a concorrência no setor, trazendo mais opções para os passageiros.

2 – Desregulamentação: É preciso que o governo não interfira no setor de transportes. Significa que cada empresa pode fixar o valor que desejar em suas tarifas. A liberdade na prestação do serviço trará novos modelos de veículos. Haverá maior variedade de preços e serviços.

3 – Carona: Há pouco tempo uma política propôs a “carona solidária”, porém não há maior incentivo para a carona do que a liberdade de qualquer um que possuir um veículo poder cobrar para transportar pessoas a determinados destinos. É a consequência da desregulamentação do setor de transportes. Existem aplicativos de celular que vêm obtendo estrondoso sucesso internacional ao mapear e ofertar caronas ao longo das cidades.

Enfim, desta maneira gostaríamos de contribuir com o debate vindouro e com os amigos da política institucional – sejam eles defensores do monopólio privado ou do monopólio estatal. Mas que fique o recado : Apenas com o livre mercado os usuários poderão desfrutar de um transporte de qualidade.

 

Fontes;

1 – http://liberzone.com.br/transporte-publico-gratuito-e-de-qualidade-sera-mesmo-possivel/

2 – https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/06/%E2%98%86%E2%98%86%E2%98%86-resultados-da-pesquisa-%E2%98%86%E2%98%86%E2%98%86/

☆ Manifesto em Nome de uma Nova Saúde em Vinhedo ☆

A Santa Casa de Vinhedo, além de importante para a cidade – sob diversos aspectos, – converteu-se em uma querela política que desperta as mais diversas polêmicas. Mais do que o foco no atendimento as demandas da população por um bom serviço público de saúde,  a crise da Santa Casa representa um festival de demagogia pública em prol de exposição eleitoral, uma verdadeira “novela política” onde todos  querem ser o “salvador da pátria”.

Esqueça sua dívida trabalhista com os funcionários que por lá passaram, e os que ainda estão trabalhando e recebendo salários fracionados ; passe por cima das pessoas que tiveram seu direito negligenciado pela falta de atendimento , ou vítimas de um atendimento inadequado, conforme o  importante relato do vereador Rodrigo Paixão à época, onde narra fato ocorrido com seu irmão – “Há alguns anos atrás, meu irmão, após ficar em observação, para avaliação de uma inflamação na região do pescoço, adquiriu uma Septicemia no interior da Santa Casa…”.[1]

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Nesta época, alguns vereadores e agentes políticos da cidade defendiam o fechamento da Santa Casa, bem como  a construção de um hospital público.  Hoje, porém,  o que se evidencia é uma ação clara em  “caçar-se os culpados”  ( sem desmerecer a atuação de nenhuma das CPI’s) , havendo porém um total e completo vácuo propositivo , de curto e médio prazos, para sanar esse problema. Ao fim, discute-se a Santa-Casa como um fim em si mesmo e converte-se uma falida fórmula de gestão da saúde em palanque demagógico para diletantes da classe política municipal. E a população – como sempre por sinal – é relegada ao papel de figurante (lê-se vítima) de um sistema de saúde que não funciona.

Fala-se na construção de um hospital público na cidade, ou mesmo numa hipotética reativação da Santa Casa.O debate em si é muito pobre, e é permeado por frases de efeito ao invés de argumentos sólidos. Possuiremos recursos, a longo prazo, para tanto? É válido incorrer nos mesmos erros de gestão com a Santa Casa? Mesmo com o orçamento considerável, Vinhedo tem outras opções:  A compra de serviços hospitalares, por exemplo. Sob tal modelo, evita-se o inchaço da máquina administrativa ( hoje do, montante arrecadado, cerca de 50% é gasto com funcionalismo público) e permite-se um atendimento de qualidade por parte do setor privado. Ainda assim, por questões geográficas e logísticas, não podemos ignorar a demanda por um novo hospital na cidade, o que torna o debate um tanto mais complexo.

 

O que pensa o Movimento Renova Vinhedo?

Queremos um hospital sim! Em ordem, com atendimento pleno e eficiente, com suas contas em dia, mas que funcione 100% para a população – sem restrições. Opções  e experiências de sucesso existem em vários países do mundo e – pasmem! – no Brasil, sob a gestão dos “neoliberais” Jaques Wágner (PT-BA)[2] e Gilberto Kassab (PSD- SP).[3] Devemos parar de olhar para trás e, definitivamente, voltar nossos olhos para experiências que FUNCIONAM! Vinhedo é especial por ter adotado, ao longo de sua história, medidas corajosas que incentivaram o empreendedorismo na cidade. Chegou a hora de fazer o mesmo com a saúde.

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Fica o nosso recado para os Srs. Vereadores e a Prefeitura: Elevemos o nível do debate! A doença e o sofrimento alheio não devem servir de palanque para 2016.

 

[1] http://rodrigopaixao.wordpress.com/2009/05/29/quem-tem-medo-da-santa-casa/

[2] Experiência na Bahia, premiada pelo Banco Mundial : http://www.ouvidoriageral.ba.gov.br/2013/04/19/hospital-do-suburbio-recebe-premio-do-banco-mundial-nos-estados-unidos/

[3] Experiência em SP, via parceria com o Albert Einstein ; http://www.einstein.br/responsabilidade-social/hospital-municipal-de-mboi-mirim/Paginas/hospital-municipal-dr-moyses-deutsch.aspx . Vale lembrar que neste caso a prefeitura participou com os gastos relativos a construção do mesmo.

☆ O ensino médio público em Vinhedo ☆

Analisamos de forma mais apurada os resultados apresentados pela pesquisa realizada pelo Movimento Renova Vinhedo. Após o post focado no tema do transporte noturno, trazemos luz à temática da educação – mais precisamente o ensino médio em Vinhedo.

Há razões para tal corte. O município conta com um eficiente sistema de ensino fundamental, como atestam os resultados da Prova Brasil de 2007:[1]

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[1] Utilizamos como base de dados o ano de 2007, tendo como fonte o “Diagnóstico da Educação Básica na Região Metropolitana de Campinas “, do Prof. José Roberto Rus Peres, Professor Doutor da Faculdade de Educação – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Desde já, assumimos uma premissa para toda a análise vinda deste Movimento: levamos comparações a sério. O fato de Vinhedo não se destacar em comparação aos municípios com orçamentos inferiores é um demérito, suscitando uma reflexão mais profunda por parte dos formuladores de políticas públicas na cidade.

Amplamente municipalizados, em acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro

de 1996, a Educação Infantil e o Ensino Fundamental serão objeto de análise mais minuciosa futuramente. Vamos nos ater, por ora, ao Ensino Médio.

Não são raras as manifestações de descontentamento com a qualidade do ensino ofertado pelas três instituições de ensino médio estaduais ( Patriarca da Independência, Maria do Carmo Von Zuben e Israel Schoba). Menos raras são as reclamações relacionadas às suas estruturas física e de segurança. Encontramos portanto uma campo fértil para análise e esboço de projeto de melhoria a ser construído passo a passo com a sociedade.

1)   Resultados da pesquisa:

A pesquisa de opinião mostrou uma franca polarização nas avaliações das escolas. A Patriarca da Independência recebeu número similar de avaliações ruim/péssima e boa/ótima. Seu desempenho foi superior ao da Professor Israel Schoba, que por seu turno foi aquela apresentou a pior avaliação. O caso mais interessante – e que será objeto de análise mais detalhada – é o da Escola Estadual Professora Maria do Carmo Ricci Von Zuben, localizada no bairro da Capela,  que foi muito bem avaliada (40,5% de bom/ótimo) , deixando no ar uma estranha sensação de que tudo vai bem no Ensino Médio Vinhedense.

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1.1)       O estranho caso “Maria Von Zuben”

No dia da pesquisa, nossa equipe percebeu que durante a coleta de informações com os jovens, os mesmos costumavam auferir notas altas a suas escolas de origem, e notas extremamente baixas a  “escolas rivais”. Tal padrão pode ter influenciado decisivamente na relativamente boa avaliação desta escola, a despeito de alguns deméritos conhecidos por todos. Mais: a população parece não fazer uso de bons instrumentos de análise, bem como não aparenta participar de forma plena na construção de um ensino médio mais forte e competitivo para a juventude vinhedense.

Tal percepção, porém, não parece ser uma exclusividade do município de Vinhedo, tendo em vista que a baixa qualidade do ensino público ofertado no Brasil ultrapassa barreiras territoriais e socioeconômicas, esbarrando em conceitos errados, grupos de pressão social como os sindicatos e no incipiente envolvimento familiar.

Uma breve análise do gráfico abaixo demonstra a gravidade do problema:grafico escola

 

A diferença gritante de desempenho entre os colégios particulares e a “Maria Von Zuben” chega a ser acintosa. Ao ocupar a posição número 5.284, atrás de escolas estaduais de municípios consideravelmente mais pobres do que Vinhedo, percebemos que a ausência de articulação entre a comunidade, o município e o estado pode representar um grande desperdício de dinheiro publico.

Diante do exposto, o caso “Maria Von Zuben” oferece-nos as seguintes conclusões:

–       Falta de engajamento e participação civil  no ensino médio da cidade demanda mecanismos de informação e incentivo por parte do poder público;

–       Falta de visão por parte do gestor público municipal, que não aborda a questão educacional de forma abrangente e ignora os efeitos de uma gestão ruim do Ensino Médio sobre os trabalhos feitos no ensino fundamental;

–       Pouco ou quase nenhum uso dos mecanismos de avaliação, bem como sua devida divulgação, para um avanço concreto no ensino médio;

–       Preconceito ideológico que impede todos os agentes envolvidos de enxergar o óbvio: as escolas privadas apresentam resultados consideravelmente superiores em toda e qualquer avaliação, possuindo, portanto, métodos de ensino e gestão superiores.

 

1.1)       Mais resultados e propostas de solução:

A página “8” de nossa pesquisa mostra o resultado da avaliação de diversas propostas para melhorias no ensino médio em Vinhedo. Os números falam por si:04

Com exceção das premiações em dinheiro para estudantes que apresentem desempenho superior, onde 24,6% dos entrevistados foram contra, a rejeição da população Vinhedense a propostas liberais na gestão do ensino público foi mínima. A aceitação das ideias ultrapassou 70% em todas as outras ideias, demonstrando que o preconceito contra uma maior participação privada no setor parte somente de preconceitos ideológicos e sindicatos.

As premiações por meio de redução no valor do IPTU e da conta de água para familiares de estudantes exemplares ( 82,3% de aprovação) parece ser uma boa forma de inserir a família na questão do ensino médio . Acreditamos que a competição e a meritocracia são critérios que permitem um processo evolutivo na formação de jovens, tornando-os mais aptos a atuar no meio universitário e no mercado de trabalho posteriormente. Tratar a “participação da comunidade” sem metas e avaliações é converter uma importante ferramenta de estímulo à qualidade em num discurso vazio e demagógico, complicando aquilo que deveria ser fácil.

A mesma análise pode ser aplicada aos incentivos para participação de empresas nos investimentos em estrutura física, materiais, computadores e instalações nas escolas. Tal interação pode aumentar e muito a qualidade de nossas instituições de ensino – não apenas as de ensino médio – além de engajar o empresariado nessa importante missão. Sendo uma ideia com mais de 87% de aprovação, é uma formula simples e eficaz na geração de melhorias permanentes em nossas escolas com amplo apoio popular.

Por fim, uma questão ainda polêmica no país apresentou resultados promissores: mais de 74% da população é favorável a uma “gestão privada com ensino e padrão de escolas particulares”. Tal percentual deveria ser uma constatação óbvia de fatos objetivos: escolas privadas apresentam melhor ensino, conforme constatado em todos os exames nacionais e nas listas de aprovados nas principais universidades do país. Ainda assim, vivemos em um país estatista, alvo de grupos de pressão como sindicatos. Toda e qualquer movimentação política para desestatizar o sistema de ensino é alvo de ataques diversos por tais grupos. Se trata, portanto, de um tema espinhoso, do qual os agentes formuladores de políticas públicas costumam fugir, preferindo dialogar com o erro ao invés de assumir posturas corajosas e compromissadas com o futuro dos estudantes.

 

1)   O que pretende o Movimento Renova Vinhedo.

De forma clara e objetiva, estamos diante de um caso em que um município bem dotado de recursos orçamentários tem seus investimentos em educação infantil e fundamental comprometidos pela péssima gestão do ensino médio estadual na cidade. Conforme esta análise, cremos que o “elo fraco da corrente” deve ser removido e substituído por ideias e conceitos modernos, despidos de preconceitos ideológicos e interesses setoriais de grupos de pressão.

Diversos municípios, também dotados de orçamentos consideráveis, fizeram a escolha por municipalizar parte de seu ensino médio, obtendo resultados satisfatórios, como atesta o Enem de 2012:

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A proximidade da gestão municipal, aliada à boa vontade do poder público, permitiram uma clara diferenciação de desempenho em relação às similares estaduais.  Ainda assim, apesar de reconhecermos as vantagens da municipalização, cremos que ainda é pouco: para nós, um modelo de gestão privada do ensino, com metas claras e objetivos tangíveis , é a melhor forma de rompermos com o modelo perverso atual. É sem dúvida uma iniciativa pioneira e corajosa, mas também é, antes de tudo, uma proposta óbvia diante dos fatos. O modelo de educação pública brasileiro é caro e absolutamente fracassado; romper com ele é lutar por melhorias reais na nossa sociedade.

 

Assim, com base nas pesquisas de campo e nos dados coletados, trabalharemos no sentido de:

–       Coletar dados e informações de prefeituras que municipalizaram seu ensino médio, como Paulínia e Contagem;

–       Providenciar ofício a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo a fim de obter maiores informações sobre o orçamento, despesas e desempenho nas escolas estaduais de Vinhedo;

–       Visitar as escolas locais para coletar maiores informações;

–       Dialogar e compor uma equipe de trabalho para criar um novo modelo, baseado em critérios objetivos de desempenho com gestão privada – tanto no ensino quanto na administração;

–       Dialogar com a Secretaria Municipal de Educação sobre as ideias e iniciativas presentes nesta análise.

Convidamos todos os interessados a trabalhar nesta ambiciosa tarefa a se juntarem a nós.

Juntos, levaremos a educação dos jovens de Vinhedo a um novo patamar.

☆☆☆ Resultados da Pesquisa!!! ☆☆☆ Parte 1 – Transportes ☆☆☆

☆☆☆ Resultados da Pesquisa!!! ☆☆☆

Hoje iremos analisar o primeiro bloco temático de perguntas acerca da pesquisa, que é sobre o transporte público noturno. Por diversas vezes já havíamos debatido tal temática, diante de uma simples constatação que qualquer um faz ao caminhar pelo centro da cidade à noite:

Ônibus grandes e vazios, percorrendo poucas rotas.

E não apenas isso. A falta de conectividade entre bairros diversos rotas mais diversas e curtas, preços mais competitivos – especialmente em trajetos menores. A pouca disponibilidade de horários e veículos em horas extras de fábricas no distrito industrial, bem como em eventos especiais em igrejas, empresas, escolas e estabelecimentos comerciais da cidade. Em suma, uma inadequação do engessado sistema público às rápidas demandas do usuário noturno de transporte.

A pesquisa demonstrou que tais suposições merecem crédito. Cerca de 55% dos entrevistados consideram o sistema público de transportes noturno péssimo ou ruim( notas de 0 a 4) , ao passo que apenas 9,1% o consideram ótimo ( notas de 8 a 10). Em suma, assistimos a diversos ônibus, superdimensionados, percorrendo seus trajetos noturnos invariavelmente vazios – desperdiçando combustível e recursos públicos, ao passo que a população não se encontra satisfeita com a qualidade do serviço oferecido. Tal descompasso, portanto, só pode ser corrigido com um novo modelo no fornecimento de transporte público noturno na cidade.

Sob tal perspectiva, consultamos o interesse da população acerca de um serviço de transporte público noturno descentralizado e prestado por diversas empresas e indivíduos. E o resultado não poderia ser mais positivo. Cerca de 65,4% dos usuários tem alto interesse em um modelo de livre mercado, efetivado na competição entre diversos entes prestadores de serviços. Isto reforça não apenas o deslocamento entre a oferta e a demanda do serviço público oferecido, mas, acima de tudo, uma completa desconexão entre o modus operandi clássico do sistema público de transportes municipais e aquilo que a população realmente necessita que sejam preços competitivos e fornecedores abundantes e de qualidade.

Sob tais premissas, podemos considerar que um sistema privado, altamente desregulamentado – onde a municipalidade focaria em garantir a legalidade dos prestadores de serviço e seus veículos – fornecido através de veículos menores, tais como micro-ônibus, vans e até automóveis, descentralizado e competitivo, poderia ser uma saída para tal dilema. A forma como isso pode se tornar viável, é o objetivo final de tais questionamentos. Existem experiências de sucesso em Lima, no Peru, e em diversos municípios na Inglaterra e outros países da Europa.

Diante da magnitude do desafio imposto, convidamos a todos a debater os resultados e as possíveis soluções.

☆☆☆ Princípios ☆☆☆

☆☆☆ Princípios ☆☆☆

Já dizia JFK em seu discurso “Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país”. A idéia de que a prerrogativa de mudar o destino de uma sociedade está contida no indivíduo, e não na figura do Estado, contém em si um aspecto absolutamente revolucionário.

Vivemos em um país onde o paradigma da mudança de nosso destino encontra-se nas mãos dos políticos. Em suas campanhas milionárias, candidatos de todos os partidos alegam poder fazer “mais e melhor por você”. Entra mandato e sai mandato, e situação, porém, é sempre a mesma.

O Movimento Renova Vinhedo propõe a quebra de tal paradigma. Parafraseando Kennedy, acreditamos no poder transformador de cidadãos atuantes. Acreditamos que podemos fazer mais pela coletividade quando exploramos, todos, o potencial criativo e produtivo de cada um de nós.

Menos ingerência, menos impostos, menos cartéis, menos corporativismo, menos “amigo do rei”. E mais participação de pessoas, empresas e instituições na gestão publica. Mais dinheiro no bolso dos indivíduos, e não nos cofres dos burocratas. Quanto mais o indivíduo crescer e progredir, mas a cidade, o estado e o país prosperam.

É por isso que lutamos!

☆☆☆ O Elo Fraco da Corrente ☆☆☆

☆☆☆ O Elo Fraco da Corrente ☆☆☆

A força de uma corrente é igual à força de seu elo mais fraco. De que adianta a cidade possuir um ensino básico de qualidade se, ao fim, nossos jovens se encaminham para um ensino médio deficiente, gerido com descaso pela Secretaria Estadual de Educação? Ao fim do ciclo, um colegial medíocre pode levar a cabo não apenas os milhões de reais investidos no ensino fundamental – dinheiro dos cidadãos de vinhedo – mas, ainda pior, o futuro de milhares de jovens que largam despreparados na disputa pelas melhores universidades e vagas no Mercado de trabalho.

A E.E. Maria do Carmo Ricci Von Zuben apresenta desempenho consideravelmente inferior às unidades de ensino privadas de Vinhedo. Na comparação com o restante do país, a situação permanece vexatória. O desempenho de nossos alunos se equipara ao de estudantes de municípios muito mais pobres e precários , demonstrando de forma clara que o investimento municipal no ensino básico é eclipsado pela má gestão de nossas escolas estaduais.

Conforme demonstramos em postagens anteriores, o município de Vinhedo conta com orçamento privilegiado e renda per capita e IDH similares aos de países ricos. Não podemos aceitar que diante de tal cenário, nossos alunos não sejam contemplados com um ensino médio de qualidade e competitivo, bem como com instrumentos de incentivo que insiram a família e a comunidade neste desafio em prol das gerações futuras. Nós podemos muito mais – e teremos uma cidade ainda mais rica e próspera se nossos estudantes converterem-se em profissionais de sucesso.

O Movimento Renova Vinhedo consultou a populacão acerca deste problema e formulará uma série de ações e propostas inovadoras para o tema. Contamos com a contribuição de todos !