Copa do Mundo

☆☆☆ COPA DAS COPAS – 2º LUGAR ☆☆☆

 

argentina

Se dentro dos campos a Argentina foi vice-campeã, fora deles vai cada vez mais rumo à quarta divisão mundial. O socialismo “bolivariano” (tão desejado pelo partido atualmente no poder no Brasil) tem levado o outrora país mais desenvolvido da América do Sul à uma rápida piora em seus indicadores sociais e econômicos. A educação argentina já é pior do que a brasileira (o que não é uma missão fácil), já é mais fácil abrir empresas no Brasil do que na Argentina (outro item nada fácil de superar o Brasil e sua ampla burocracia), a inflação argentina já é a sexta mais alta do mundo (perdendo apenas para países como Sudão, Irã e Síria constantemente em guerra – e a companheira bolivariana Venezuela) e sua taxa de juros também consegue a façanha de superar a brasileira. Tudo isso, claro, regado com muita corrupção e desemprego.
A regra é clara: o Brasil tem que chutar o socialismo “bolivariano” para fora do país esse ano.

Comparações anteriores:

Brasil X Holanda: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/07/13/copa-das-copas-3o-lugar/

Brasil X Chile: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/27/copa-das-copas-oitavas-de-final/

Brasil x Camarões:https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/24/copa-das-copas-5/ ‎

Brasil x Costa Rica: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/

Brasil x Estados Unidos: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/

Brasil x México: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/

Brasil x Croácia: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

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☆☆☆ COPA DAS COPAS – 3º LUGAR ☆☆☆

holanda

 

Se nos gramados a Holanda sobrou, fora deles os Países Baixos (nome oficial do país) dão um verdadeiro show. 15° país com maior liberdade econômica do mundo, a Holanda tem nada mais nada menos do que educação, expectativa de vida, índice de desenvolvimento humano, liberdade de imprensa, percepção da corrupção e índice de assassinatos entre as melhores do mundo. Tudo isso em um país que respeita a liberdade individual das pessoas a ponto de ter tornado legal a prostituição e o uso controlado das drogas (o que, aliás, tem levado a uma redução anual na taxa de assassinatos).


A regra é clara: enquanto nosso estado continuar se metendo em tudo e limitando cada vez mais a liberdade das pessoas, continuaremos ficando com o bagaço da laranja.

Comparações anteriores:

Brasil X Chile: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/27/copa-das-copas-oitavas-de-final/

Brasil x Camarões:https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/24/copa-das-copas-5/ ‎

Brasil x Costa Rica: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/

Brasil x Estados Unidos: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/

Brasil x México: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/

Brasil x Croácia: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

☆ O Crepúsculo dos Pagodeiros ☆

pagode

por Renan Santos

Eu sou brasileiro e nunca gostei de pagode. Nunca fui afeito, também, a demonstrações exageradas de sentimentalismo barato – ainda que incentivado, desde pequeno, pelos meios de comunicação e por parentes e amigos imersos na tal “brasilidade”. Tampouco sei exatamente quando convencionou-se que deveríamos ser uma turba de “Zés Cariocas” sorridentes e malandros, histericamente passionais e orgulhosamente alienados. O que sei, apenas, é que não me encaixo nesse desajuste civilizacional que ignora seus 60.000 homicídios/ano enquanto afirma sua nacionalidade com “muito orgulho e muito amor“.

Não vou, porém, converter este texto numa tese antropológica. Estou aqui para falar de pagodeiros e – mais que isso – de uma mentalidade pagodeira que nos rodeia país afora. Nada escapa de seus tentáculos melosos e de sua malemolência pueril. Tal qual um Che Guevara do pandeiro, rompe classes sociais e barreiras étnicas e geográficas, passando massa corrida sobre nossa irregular superfície cultural. Abrange, inclusive, outros gêneros musicais. Regina Casé e seu programa de TV estão aí para nos provar isso. Enfim, sabemos da dimensão de sua influência quando não precisamos descrever as qualidades do fenômeno. Você, que lê esse texto, sabe exatamente do que estou falando.

Da conversão forçada do samba em música nacional ( jamais teve a abrangência territorial da música sertaneja, por exemplo) , até o abandono de seus arquétipos tradicionais ( o malandro do morro, por exemplo), mais de 80 anos se passaram. Hoje, afirmamos nossa brasilidade nas figuras dos meninos sorridentes e alegres, saudavelmente ignorantes, implacavelmente beijoqueiros e forçosamente espontâneos. Bradamos esta “ousadia e alegria” enquanto oposição aos sisudos “cinturas-duras” do mundo desenvolvido – aquela gente chata e cinza que insiste em ganhar dinheiro e ostentar um IDH superior. Esquecemos-nos porém, que não somos os únicos a fazer isso. É recorrente por parte de povos dominados e subdesenvolvidos ostentar sua suposta criatividade superior (jamais confirmada na forma de patentes industriais ou obras primas da arte ) , sua hospitalidade, espontaneidade, sensualidade e por aí afora. “Viver bem” e “ser feliz” é o prêmio de consolação que resta aos perdedores – ainda que desviando de alguns cadáveres aqui e acolá.

A Seleção Brasileira de Futebol, em especial após sua consagração a partir de 1958, condensou esse sentimento confuso de brasilidade ao demonstrar, nestas pequenas simulações de guerra, que de alguma forma podíamos subjugar a potência estrangeira – seja ela o arrogante argentino ou o sisudo alemão – através de nossas características “fundamentais” , como a alegria, a malandragem e a “ginga”. E não apenas o brasileiro comprou essa história: o mundo todo também o fez. O país do “jogo bonito” encontrou no futebol a materialização de sua cultura. Futebolistas viram heróis, cronistas esportivos viraram poetas. A civilização brasileira tinha em Pelé seu Aquiles, e em Nelson Rodrigues seu Homero. De 4 em 4 anos provaríamos nosso valor e encantaríamos o mundo com a expressão máxima de nossa nacionalidade. A pátria de chuteiras cumpriria seu destino manifesto e faria do mundo um lugar sorridente. Eis a escatologia brasiliana.

Desta forma, enquanto projeção do espírito brasileiro, a seleção canarinho refletiu diversos momentos históricos do país, que vão do ufanismo à desilusão. O mais marcante, talvez, em 1994, quando, ao passo que o país tomava uma decisão madura em prol de um plano econômico que primava pela austeridade e responsabilidade (Plano Real), a seleção brasileira fazia o mesmo ao adotar o pragmatismo de Dunga e Mauro Silva para sair de uma amarga fila de 24 anos. Decisões maduras e difíceis tomadas por homens, e não meninos. Ao mesmo tempo, é possível traçar paralelo similar entre as seleções brasileiras da última década e a euforia populista da era Lula/Dilma. Nosso suposto “ingresso no mundo desenvolvido” se daria através de um modelo “genuínamente nacional” , e nossos vícios tradicionais como a malandragem e o “jeitinho” eram exaltados como virtudes. Eram tempos de Lula presidente e seleção chinelinho de Weggis, 2006. Dane-se a disciplina, nossos talentos (e comodities) sempre resolvem no final. Ou não…

A fugaz tentativa de “botar ordem na casa” com Dunga como técnico se mostrou, em 2010, ineficaz. Não há disciplina que cure a cada vez mais incensada alma pagodeira de nossos jogadores. Dunga quis converter os “meninos sorridentes e batucadores” , das selfies com biquinho e corações para a câmera , em guerreiros implacáveis, e recebeu de volta um vareio da Holanda de Robben e Snejder. Culpou-se o treinador pelo fracasso na África do Sul, e o apelo por mais “alegria e ousadia” era constante. Muita disciplina e pouco pagode, os males do país são!

A seleção brasileira de 2014, composta por sorridentes mocinhos sem fibra moral, caiu sem dignidade alguma diante de uma forte , organizada e (ressalte-se) alegre Alemanha. O fracasso da “missão histórica” do alegre brasileiro – construção de sociólogos, historiadores, marqueteiros e vacas-sagradas da cultura nacional- encontra eco tanto no fiasco do clepto-desenvolvimentismo petista, escancarado na crise econômica e institucional que vivemos, quanto na seleção brasileira, em que nossos 23 pueris batucadores foram demolidos pela realidade de um futebol mais desenvolvido e pela pressão de se vencer em casa.

A vida não é feita de sorrisos, e o grupo Molejo não é feito de poetas. A realidade é ainda cruel para nós brasileiros. Nossa carga de impostos é absurda, nossa bandidagem faz inveja ao Hezbollah e somos um país essencialmente pobre. Até quando ficaremos sorrindo? Em recente pesquisa, o Movimento Renova Vinhedo descobriu que boa parte da população local atribui notas ALTAS a escolas públicas cujo desempenho no ENEM é vergonhoso. Justificavam que os professores e funcionários eram “gente boa”. Até quando a cordialidade vai se sobrepor ao desempenho?

Eu não torci pra essa seleção de pagodeiros. Eu não gosto de nenhum deles. Devem ser bons rapazes, mas não possuía razão alguma para apoiá-los. Para eles, sorrir tornou-se uma expressão estética isolada, um fim em si mesmo. Sua celebração era celebrada pela mídia, num patético esforço ufanista para que celebremos nossa própria celebração. Prefiro achar que isso é loucura.

Eu torço pra gente que trabalha sério, gente ranzinza, gente inconformada. Não quero viver num país de mentalidade pagodeira. Não tenho razões para sorrir enquanto perdemos sucessivas janelas históricas para o progresso econômico e social. A construção de um país desenvolvido ocorre através de um longo processo histórico onde a liberdade econômica e uma cultura de trabalho e austeridade são valores fundamentais. Nossos verdadeiros craques trabalham arduamente e pagam impostos absolutamente extorsivos, com ou sem sorriso na cara. Em um governo que os trata como inimigos e uma cultura que celebra valores opostos, essa gente perde de goleada todos os dias.

A realidade é muito mais complexa do que os esquemas táticos do Felipão. Em um mercado global e competitivo, somos acossados constantemente pela concorrência com milhares de Müllers e Schweisteigers – na forma de empresas e indivíduos mais aptos e preparados . E estamos perdendo, novamente, de lavada para os “cinturas-duras”. Ao ignorarmos os verdadeiros desafios que se impõe sobre nós,  ficamos a mercê de nossas emoções e de conceitos errôneos acerca do que é vencer no mundo contemporâneo. Conforme já dito, o marketing eleitoral governista da última década caiu por terra. É hora de encarar nossas deficiências de frente, com mais cérebro e menos coração.

Que o fiasco da seleção brasileira – e a derrota do PT no pleito de outubro – sirvam para representar senão o  fim, ao menos o outono desta mentalidade pagodeira que assola o país. Que deixemos nossa arrogância de lado e reconheçamos nossas profundas deficiências. Que aprendamos , com países como a Alemanha, como se valorizar aqueles que trabalham de forma  séria e comprometida – diferentemente da  histeria coletiva e do oba-oba de “paizões” como Lula, Vargas e Scolari. Temos ainda muito pouco a ensinar para o mundo. Resguardávamos ainda nossa supremacia em termos de futebol e de “alegria”. Hoje nem isso. Se nos estádios  passamos por  uma visível decadência técnica, nos corações somos ainda mais tolos e infantis. Alegria, felicidade e amor podem ser expressos de forma mais bela e menos óbvia do que em uma canção do Thiaguinho.

☆☆☆ A TAXA DO MUNDO É NOSSA ☆☆☆

☆☆☆ A TAXA DO MUNDO É NOSSA ☆☆☆

Infelizmente essa Taxa já ganhamos. Nosso gigantesco estado rouba 41% do dinheiro de 200 milhões de brasileiros, e apenas a redução do estado, com abertura de mercados e privatização de estatais, pode mudar isso.

Fonte: http://economia.terra.com.br/brasileiro-trabalha-cinco-meses-para-pagar-impostos,de36cb0b41026410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

☆☆☆ COPA DAS COPAS – OITAVAS DE FINAL ☆☆☆

☆☆☆ COPA DAS COPAS - OITAVAS DE FINAL ☆☆☆

Independente do resultado dentro dos gramados, fora deles o Chile é talvez o maior exemplo de como o Brasil poderia prosperar se adotasse medidas liberais em sua economia. Partido de indicadores muitos próximos aos brasileiros, o 7° país mais liberal do mundo teve nos últimos 30 anos uma grande melhora em todos os indicadores sociais e econômicos, goleando o Brasil em praticamente todos e atingindo níveis de países do primeiro mundo. Os chilenos vivem mais, têm facilidade muito maior para abrir empresas (11 *minutos* e pela internet), assassinatos são raros, a imprensa é muito mais livre, a corrupção é baixa e o sistema de saúde é muito superior. Tudo isso com baixa inflação e taxa de juros, levando o Chile a ter o maior PIB per capita da América Latina.
A regra é clara: Chi-Chi-Chi-Lê-Lê-Lê, que o Brasil se inspire em você!

Comparações anteriores:
Brasil x Camarões:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/24/copa-das-copas-5/
Brasil x Costa Rica:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/
Brasil x Estados Unidos:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/
Brasil x México:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/
Brasil x Croácia:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

☆☆☆COPA DAS COPAS 5 ☆☆☆

☆☆☆COPA DAS COPAS 5 ☆☆☆

Após ser goleado nas quatro comparações econômicas anteriores (incluindo pela cada vez mais liberal Costa Rica), o Brasil finalmente goleia em uma comparação econômica como goleou nos campos. A comparação, também, é desleal: Camarões teve sua independência e unificação (havia dois lados, inglês e francês) apenas em 1961 e é uma ditadura “democrática” comandada por um único partido (sonho de um certo partido brasileiro) desde sua independência. Isso obviamente levou a menor independência econômica, limitando o crescimento econômico do país e levando sofrimento a sua população, que em média não vive mais do que 58 anos. Mesmo assim, o país possui índices de inflação e homicídios por 100 mil habitantes menores do que o Brasil.
A regra é clara: país comandado por partido único é impedimento para a democracia e para o desenvolvimento econômico.

Comparações anteriores:
Brasil x Costa Rica:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/22/013/
Brasil x Estados Unidos:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/
Brasil x México:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/
Brasil x Croácia:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

☆☆☆ COPA DAS COPAS 4 ☆☆☆

☆☆☆ COPA DAS COPAS 4 ☆☆☆

Não é apenas nos gramados que a Costa Rica tem evoluído nos últimos anos. Com uma goleada de liberdade econômica sobre o Brasil, o país tem se desenvolvido cada vez mais, com um crescimento do PIB per capita de mais de 50% em três anos (com dados do FMI indicando que isso que pode já ter ultrapassado o PIB per capita brasileiro em 2013), baixo número de homicídios por 100 mil habitantes, ampla liberdade de imprensa (ao contrário do governo brasileiro atual, que tenta limitar a atuação da imprensa sempre que possível) e um sistema de saúde muito superior ao brasileiro.

A regra é clara: menos estatais, menos burocracia, menos intervenção do estado na economia, mais desenvolvimento.

Comparações anteriores:
Brasil x Estados Unidos:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/19/012/
Brasil x México:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/
Brasil x Croácia:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/

☆☆☆COPA DAS COPAS 3 ☆☆☆

☆☆☆COPA DAS COPAS 3 ☆☆☆

As seleções de futebol do Brasil e dos Estados Unidos dificilmente se enfrentarão nos campos da Copa de futebol, mas fora deles a goleada dos Estados Unidos é enorme: mesmo tendo 113 milhões de habitantes a mais, é o 12° país com maior liberdade econômica do mundo, PIB per capita quatro vezes maior do que o brasileiro, possui 1/5 dos homicídios (por 100 mil habitantes), 3° maior IDH do mundo e sistema de educação e saúde muito melhores, tudo isso com menor corrupção.
O recado é claro: menos estado (menos burocracia, menos estatais, menos intervenção do estado na economia), mais desenvolvimento e mais riqueza para a população.

Outras comparações:
Brasil x Croácia:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/
Brasil x México:
https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/18/011/

Fonte: https://www.facebook.com/institutoliberaldesaopaulo

☆☆☆COPA DAS COPAS 2 ☆☆☆

☆☆☆COPA DAS COPAS 2 ☆☆☆

Nos campos o Brasil empatou com o México, mas fora deles perde de goleada. Com liberdade econômica muito maior do que o Brasil, o México possui diversos indicadores sociais melhores, com destaque para a taxa de juros real, praticamente zero. Isso tem levado a um contínuo aumento do PIB per capita – com algumas estimativas mostrando que o PIB per capita do México pode já ter ultrapassado o brasileiro – e redução na corrupção endêmica que afeta o país. Destaque também para o número de homicídios no México, inferior ao brasileiro mesmo com o México enfrentando uma sangrenta guerra às drogas.
Redução do tamanho do estado com livre mercado desregulado e privatização do máximo de estatais possível: esse é o caminho para fazer o Brasil virar esse jogo.

Outras comparações:
Brasil x Croácia: https://renovavinhedo.wordpress.com/2014/06/17/009/