São Paulo

☆☆☆ Contra o passe livre ☆☆☆

☆☆☆ Contra o passe livre ☆☆☆

A alguns dias vimos cenas lamentáveis de depredação ao patrimônio privado em mais um protesto promovido pelo Movimento Passe Livre em São Paulo.
Esse movimento luta pelas catracas livres, ou seja, um modelo sustentado via subsídios governamentais, como as prefeituras não produzem dinheiro, apenas arrecadam impostos, os trabalhadores que pagam a sua contribuição compulsória irão custear aqueles que nada produzem.
Não há nenhum lugar do mundo onde essa proposta tenha se sustentado, podemos citar os exemplos norte americanos de Austin que durou 15 meses, Trenton e Denver que duraram menos de 1 ano.
Com o Passe livre teríamos aumento artificial da demanda, gerando superlotação dos transportes coletivos, queda na qualidade, mais dinheiros nas mãos do conchavo entre empresas de transporte e Estado e aumento da carga tributaria prejudicando os mais pobres.
A solução para o transporte público seria o fim do intervencionismo em forma de concessões, abrindo o mercado para concorrência deixando com que as empresas lutassem pelos consumidores, aumentando a qualidade dos serviços e diminuição dos preços.

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☆☆☆ 1 ANO FAZENDO HISTÓRIA ☆☆☆

Hoje faz um ano que cerca de 50.000 brasileiros foram às ruas protestar. Em 22 de Junho de 2013 se viu bandeiras, faixas e cartazes apontando problemas do Brasil e do Estado de São Paulo. Mas o que chamou mesmo a atenção foi uma pauta contra a corrupção. Os cidadãos, autônomos, lutavam contra a Proposta de Emenda Constitucional 37, que visava limitar o poder de investigação do Ministério Público ,tendo com uma de seus consequências “menores” a anulação de boa parte das provas contra a turma do mensalão . Outra questão que deve ser registrada é que o movimento foi iniciado por um grupo de jovens, sem financiamentos, sem ambições por dinheiro, favores ou poder como infelizmente as vezes se vê atualmente na política. Partidos como o PSOL e seus braços como o MPL e os adoráveis “Black-Blocs” tentavam a todo custo transformar a população em massa de manobra, bem como faziam uso da violência como instrumento de protesto. A Manifestação contra a PEC37, porém, era autônoma, independente e não contou com absolutamente NENHUMA ocorrência policial. Dentre suas lideranças podemos listar nossos amigos Renan Santos e Marcelo Faria – cuja parceria resultou na criação da página “Povo Brasileiro”, tendo a adesão de dezenas de milhares de pessoas. Sem violência, demonstraram que indo além dos discursos de fachada, camisetas do Che Guevara e militontos como a Sininho, o Brasil pode muito mais. Como conseqüência direta, o Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, retirou esta excrescência da pauta do congresso, numa vitória histórica para TODOS OS BRASILEIROS. De tabela, já que essa turma era meio megalomaníaca, fizeram o mesmo com a famigerada “PEC01”, no Estado de São Paulo. Parabéns a todos os envolvidos!

☆☆☆LANÇAMENTO DO INSTITUTO LIBERAL DE SÃO PAULO☆☆☆

ilisp

https://www.facebook.com/institutoliberaldesaopaulo

 
Membro da Rede Libertária

Nada é mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou, como dizia Victor Hugo. Mais do que nunca, os brasileiros têm que se sujeitar a um estado cada vez mais interventor, que dita às pessoas como elas devem viver, se educar e educar seus filhos, trabalhar, se divertir e até mesmo o que devem ou não consumir. Da mesma forma, mais do que nunca as ideias liberais têm se disseminado pelo país. Iniciativas recentes como a criação de diversos institutos locais, a criação da Rede Libertária e o lançamento do Liberzone têm se juntado a diversas iniciativas consolidadas e mostrado que o tempo dessa ideia chegou ao Brasil. E agora, é a vez do Estado de São Paulo.


O novo Instituto Liberal de São Paulo busca lembrar aos moradores do estado de que o crescimento do estado não se deu pela ação do governo, mas pela força de trabalho de milhões de migrantes e imigrantes. Lembrar a 44 milhões de pessoas que fomos o último estado do país a se levantar contra o governo central, que posteriormente se tornou a sangrenta ditadura de Vargas no Estado Novo. E que precisamos nos levantar novamente agora, não com armas, mas com ideias, contra um inimigo comum: o estado.


Queremos reunir todos aqueles que são contra empréstimos bilionários com o dinheiro de 200 milhões de pagadores de impostos, a ampla maioria pobre, para enriquecer um punhado de empresários corporativistas. Todos aqueles que preferem menos portos em Cuba e mais desenvolvimento no Brasil. Todos aqueles que querem lutar por liberdade para todos e veem o estado como o principal inimigo para este objetivo. Todos aqueles que são contra o roubo de 40% da renda das pessoas para financiar a estrutura estatal falida, políticos corruptos e a imprensa chapa-branca.


Queremos um povo livre de corruptos, livre do assalto chamado impostos, livre de hospitais caindo aos pedaços, educação precária e segurança nula. Livre de milhares de leis, burocracias e regulações. Um povo livre para trabalhar, estudar, viver e se divertir em paz, sem que um bando de burocratas dite como tais atividades devem ser feitas.

Somos o Instituto Liberal de São Paulo e estamos oficialmente abertos para todos aqueles que desejam nos ajudar na luta pelo mesmo ideal: LIBERDADE.

“Ideias e somente ideias podem iluminar a escuridão” (Ludwig von Mises)

Alexandre Fernandes, Alexandre Henrique, Gabriel Fernandes, Marcelo Carratu, Marcelo Faria, Marcia Silveira, Márcio de França, Odair Lanzoni, Paulo Otto Menezes, Rafael Carvalho, Renan Santos, Rubens Nunes, Stephanie Liporacci e Wesley Iscalcio

☆☆ O BOM SELVAGEM DE ITAQUERA ☆☆

☆☆☆ O BOM SELVAGEM DE ITAQUERA  ☆☆☆

Esta página tem como objetivo divulgar, debater e discutir pautas relacionadas a cidade, mas por vezes a ignorância alheia ultrapassa limites tão grandes que somos obrigados a “quebrar o protocolo”.

A coluna de Luiz Caversan para a Folha de SP, nesta segunda feira, é uma mostra típica do servilismo engajado de boa parte de nossos “formadores de opinião” – tomados que estão pela patriótica convocação à defesa de nossa “presidenta”, xingada a plenos pulmões em diversos estádios país afora.

Caversan, resumidamente, redige uma pueril cartinha de desculpas à presidente, que poderia muito bem ter sido escrita por um adolescente do ginásio. Afirma que os xingamentos do dia 12 foram demonstrações rudes de falta de educação por parte de uma “gente diferenciada” que não costuma frequentar os rincões da Zona Leste de SP – lar de gente “boa” (como ele) que dá “tapa na boca” de engraçadinhos que ousem mandar alguém “tomar no cu”. Ao fim, convida a mesma para assistir aos jogos do “timão”, e alerta que o “bom povo” da Zona Leste irá comportar-se de maneira digna perante a autoridade máxima do país.

É tanta porcaria junta que nem sabemos por onde começar. Aparentemente, nosso amigo Luiz converte os moradores da Zona Leste numa espécie de “bons selvagens” de Rousseau – gente simples e humilde que presta reverências ao governo central e sabe como alegrar um colunista de esquerda. É de se espantar sua exortação a civilidade da “torcida do timão”, aquela mesma que entoa cânticos mórbidos sobre “matar os bambis” e que carrega na capivara a já esquecida morte do jovem boliviano Kevin Douglas Espada.

Para Caversan, o bom selvagem da Zona Leste não admite xingamentos presidenciais e comporta-se de forma digna e austera em seu estádio financiado pelo BNDES, enquanto paga impostos extorsivos e faz uso de serviços públicos ultrajantes. É, em resumo, a ficção de um idiota perfeito, um cidadão humilde e lobotomizado que todo governante gostaria de governar. Um espantalho “do bem”, a serviço de uma retórica que já não apresenta a mesma eficácia.

Caversan demonstra em sua carta não apenas um profundo desconhecimento da realidade política do país. Na ânsia de atacar a “gente diferenciada que pagou milão por um ingresso”, termina por estereotipar os moradores de toda uma região, numa falsa oposição classista entre patrícios e plebeus. Deveria conhecer de fato a realidade dos inúmeros operários que vêm perdendo seus empregos por conta da desindustrialização na região, bem como das centenas de vítimas silenciosas da violência urbana – que não contam, por sinal, com a benevolência e humanidade de seus colegas de blog, como Leonardo Sakamoto. O grito das arquibancadas seria pouco para expressar seu descontentamento.

Um passeio pela Zona Leste real faria bem ao bom colunista da Folha.

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